1 - Para você, o que é um game?
A palavra “game”, aqui no Brasil, é comumente utilizada para designar jogos eletrônicos. Ao meu ver, um game é qualquer fonte eletrônica de lazer interativo. Isto abrange desde jogos como o clássico Genius, que o jogador deve demonstrar reflexo e destreza sem ter uma interface digital, até os jogos digitais que criam outros mundos para o jogador explorar.
2 – Descrever a mensagem narrativa presente no seu game favorito.
Posso dizer que eu não tenho um jogo favorito, mas dois. Já faz um bom tempo que eu os joguei, e, no conjunto da obra, nenhum outro os superou. São eles: The Legend of Zelda: Oracle of Seasons e The Legend of Zelda: Oracle of Ages, ambos lançados em 2001, pela Nintendo junto com a CAPCOM, para o portátil Game Boy Color.
Ambos tem a mesma introdução. Link(o herói) é convocado pela Triforce (uma espécie de objeto sagrado que mantém o mundo equilibrado) e enviado a outro lugar com a missão de salvar uma das deusas criadoras do mundo.
Em Oracle of Ages, ele é enviado para salvar Nayru na região de Labrynna, sequestrada pela feiticeira Veran, que tomou posse de seus poderes para retornar ao passado e bagunçar o presente. Para tanto, Link precisa reunir as oito Essências da Natureza que estão escondidas em calabouços, alcançar o mesmo patamar mágico de Veran e resgatar Nayru, o Oráculo das Eras.
Em Oracle of Seasons, Link é enviado à Holodrum para salvar Din, que fora aprisionada por Onox. Din é responsável por ordenar as estações do ano(primavera, verão, outono e inverno), e no poder de Onox a organização temporal se perde. Aqui, Link também recorre às Essências da Natureza para desbloquear a barreira protetora de Onox e salvar Din, o Oráculo das Estações.
Farore, a terceira deusa, também participa do jogo, mas num papel de pouco destaque. Na história ela é o Oráculo dos Segredos, e tem a função que liga os dois jogos, além de habilitar itens especiais. Na verdade ela foi adaptada, pois no projeto inicial ela teria uma versão exclusiva, compondo assim uma trilogia. Mas os projetistas desistiram da idéia, visto que ficaria muito complicado “linkar” todas as histórias.
3 – Descrever como este game é jogado: gameplay e jogabilidade.
Graficamente, a série Oracle segue os mesmos padrões dos jogos 2D de Zelda. Personagens e história foram baseados nos jogos anteriores, principalmente na de maior sucesso(Ocarina of Time, para Nintendo 64).
O estilo do jogo é discutível. Alguns dizem que é ação, outros dizem que é RPG. Para mim ele é uma mistura de estilos; ação, aventura, puzzle, elementos de RPG, raciocínio, tiro, entre outros. O jogador tem liberdade para andar no mapa e explorá-lo. Mas o intuito, e a base do jogo, é entrar nos calabouços e derrotar os chefões. Cada calabouço possui uma arma, que possibilita a resolução de puzzles espalhados por ele. Essas armas também são usadas para alcançar outros locais, onde estarão os próximos níveis de calabouços.
O diferencial da série Oracle para com as demais, é a possibilidade de fechar um deles e continuar no outro com o mesmo perfil. Essa “comunicação” entre os jogos é dada por passwords. Deste mesmo modo também é possível desbloquear armas especiais e uma pequena historinha com um último vilão.
Bom, é isso.